A jardinagem da praça era bem diferente. Na rua, uma cavalhada.(Acervo da minha prima Carmelitana/do Ari)
Este altar com certeza traz saudades para muitos
"As estradas eram caminhos de terra tortuosos que davam voltas em torno de morro, chamados alterosas, com pequenas pontes de madeira e porteiras, ponde transitavam carros de boi, tropas de mulas para transportar cargas e carroças ou charretes para passageiros, levando-se até dias para para percorrer poucos quilômetros.
"Carlota mais conhecida por Dona Lolota, nasceu em Carmo do Rio Claro em 12 de agosto de 1908. Casou-se com 20 anos e teve 13 filhos. O seu marido, Jayme Silva, era filho de Rita Eugênia da Silva e de Jesuíno Ferreira da Silva. Ela por sua vez era filha do Capitão Tito Carlos Pereira e de Prudenciana Maria da Conceição"
Dia 27, inaugura no Carmo o Museu Carlota Pereira da Silva, que foi construído pelo médico, escritor e pintor carmelitano, Edgar Pereira da Silva. O Museu, localizado na praça do Fórum, abriga um acervo de peças garimpadas em suas viagens e móveis, objetos, utensílios referentes à cidade de Carmo do Rio Claro. A maioria das peças é do acervo da família.
Foto do casamento do meu pai, Edmundo, com minha mãe, Nivalda. Ao lado dela, de um lado, a Tia Naíde com o Tio Aldo e a Vovó Beatriz, do outro lado, o irreverente Tio Toninho com uma vestimenta bastante solta para um casamento e meu tio Nilton. Atrás, Tia Maria e Tio Dario, entre outros.
Esse é o paizão, Glicério, hoje na novela Cordel Encantado. Ele é companheiro da nossa amiga Geozelli e pai do Francisco e dessa fofura, na foto recém-nascido, o Téo. Ele se chama de "pai lhaço". Que Deus o abençoe aí no Rio, amigo. A foto é da Kalu Brum.
Meu irmão, Joaquim José e sua mulher, Toninha Carvalho Soares, não podiam imaginar que, ao visitar o Memorial Minas Gerais Vale, recém inaugurado na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, iriam encontrar lá a foto da sede da fazenda Água Limpa. O mérito é do meu primo fotógrafo, Renato Soares. Seu livro "Mar de Minas" faz parte da mostra e tem na capa, o casarão de mais 150 anos, localizado no município de Conceição Aparecida.
Não tenho fotos da nossa Mocinha. Esta é a Sinhá Olympia de Ouro Preto, que andava pelas ruas toda paramentada e com bilhetes e fotos de turistas pregados na roupa. Dizia que conheceu Tiradentes. De fato, Mocinha é uma das minha personagens favoritas, anda pelas ruas da minha memória.





