Quem me lembrou João Jiló foi minha irmã Fatinha no Facebook. Veja a estória das nossas infâncias.
Era uma vez um caçador que saiu para caçar numa sexta-feira da Paixão.
Todo mundo falava com ele assim.
— Não vá hoje, não, João Jiló.
Na sexta-feira da Paixão, a gente não caça.
— Comigo não tem nada disso! — respondeu João Jiló.
E foi.
João Jiló tinha um cachorro feio e magro.
Quando João Jiló chegou ao mato, o cachorro desapareceu.
João Jiló ficou sozinho, sozinho.
João, Jiló andou muito, virou todo o mato e não viu nada, nem um passarinho!
De repente, João Jiló ouviu um assobio fino.
João Jiló foi acompanhando o assobio e viu um galo feio, em cima de uma árvore.
O galo tinha os olhos vermelhos e arregalados.
O galo viu o caçador e falou:
— Ai! João Jiló! Atire devagar, João Jiló, porque dói, dói, dói, João Jiló!
João Jiló atirou e o galo caiu morto.
João Jiló foi embora com o galo para casa.
Ia comê-lo assado.
Chegando a casa, João Jiló começou a depenar o galo.
O galo, então, começou a falar:
— Ai! João Jiló! Depene devagar, João Jiló, porque dói, dói, dói, João Jiló!
João Jiló depenou o galo bem depenadinho e temperou-o, pôs o galo na panela e pôs a panela no forno bem quente.
O galo, então, começou a falar assim:
— Ai! João Jiló! Abra a porta para eu sair, João Jiló, porque dói, dói, dói, João Jiló!
João Jiló não se incomodou. Ficou bem quieto.
De repente, João Jiló começou a ouvir um barulho, vindo do forno:
— zzz! zzzz! zzz! zzz! zzz! zzz! zzzz!
E o galo falou:
— Saia daí, João Jiló! Eu vou fugir, João Jiló, porque dói, dói, dói, João Jiló!
E a porta do forno abriu-se de repente.
O galo saiu voando pela porta da cozinha afora.
Atravessou a horta, atravessou a rua, atravessou a cidade e foi ficar espetado na torre da igreja.
De lá o galo não saiu ainda, para castigo de João Jiló...
Todo mundo falava com ele assim.
— Não vá hoje, não, João Jiló.
Na sexta-feira da Paixão, a gente não caça.
— Comigo não tem nada disso! — respondeu João Jiló.
E foi.
João Jiló tinha um cachorro feio e magro.
Quando João Jiló chegou ao mato, o cachorro desapareceu.
João Jiló ficou sozinho, sozinho.
João, Jiló andou muito, virou todo o mato e não viu nada, nem um passarinho!
De repente, João Jiló ouviu um assobio fino.
João Jiló foi acompanhando o assobio e viu um galo feio, em cima de uma árvore.
O galo tinha os olhos vermelhos e arregalados.
O galo viu o caçador e falou:
— Ai! João Jiló! Atire devagar, João Jiló, porque dói, dói, dói, João Jiló!
João Jiló atirou e o galo caiu morto.
João Jiló foi embora com o galo para casa.
Ia comê-lo assado.
Chegando a casa, João Jiló começou a depenar o galo.
O galo, então, começou a falar:
— Ai! João Jiló! Depene devagar, João Jiló, porque dói, dói, dói, João Jiló!
João Jiló depenou o galo bem depenadinho e temperou-o, pôs o galo na panela e pôs a panela no forno bem quente.
O galo, então, começou a falar assim:
— Ai! João Jiló! Abra a porta para eu sair, João Jiló, porque dói, dói, dói, João Jiló!
João Jiló não se incomodou. Ficou bem quieto.
De repente, João Jiló começou a ouvir um barulho, vindo do forno:
— zzz! zzzz! zzz! zzz! zzz! zzz! zzzz!
E o galo falou:
— Saia daí, João Jiló! Eu vou fugir, João Jiló, porque dói, dói, dói, João Jiló!
E a porta do forno abriu-se de repente.
O galo saiu voando pela porta da cozinha afora.
Atravessou a horta, atravessou a rua, atravessou a cidade e foi ficar espetado na torre da igreja.
De lá o galo não saiu ainda, para castigo de João Jiló...
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