sábado, 12 de janeiro de 2013

Flashes do "Face" da Áurea

A Aurinha bem pequenininha. A Cecília também está na foto.
Alba e Áurea numa ginga...
Cláudia e Áurea dançando O Bom Rapaz. Lá atrás, o saudoso Toni e o Pedro Lúcio.
Na balsa, fala gente, éramos lindas!
As primas Ângela e Vera, as queridas Cecília e Áurea. Na frente, o Tarcísio.
No embalo do carnaval no GEC, no gostoso tempo em que ainda fantasiávamos. Estou reconhecendo aí a Kátia Venturini, a minha prima Vera Siqueira, o João Welington, o Diô, a Rodinha, o Eduardo Lemos....

Um fotógrafo que já chegou pronto!

O Rosário aos olhos e ao click de Lucas Soares
Este é Lucas Soares. Ele postou no Face: Desde pequenininho já querendo pegar a câmara. É um  excelente fotógrafo, saiu ao tio Renato.
Vovó Claudete, com Samuel, filho do Lucas.

Familia Vieira/Figueiredo/Soares 
Andréa com o filho Lucas e?

Visual do alto do Hotel Varandas da Montanha


Vida boa!

O Marquinho Maimoni, flagrado pela Aurinha (Áurea Castro) descansando em sua casa, localizada à rua Camilo Aschar. Ele é oftalmologista no Rio de Janeiro. Filho da Dona Alcina e Sr. Humberto.

Quando a TV chegou ao Carmo.

A primeira novela que assisti chamava-se A Gata. Depois, veio uma que se chamava Se o Mar Contasse. Edmundo, meu irmão Edmundo achava que era Silmar Contássio. Lembro-me da Wanda Cosmo, da Regina Duarte, do Sérgio Cardoso, que morreu prematuramente. As primeiras novelas eram na Rede Tupi de Televisão. Mais tarde é que chegou a TV Globo.






Sérgio Cardoso e Rosamaria Murtinho
Papai Sabe tudo
A Feiticeira
No Carmo, a televisão chegou  na década de 60. O primeiro aparelho de TV  foi  comprado pelo Sr. Antônio Gabriel Lemos. O sinal vinha de Três Pontas. Primeiros carmelitanos a ter televisão: David João José, Eduardo Lemos e Abrahim David. Por muitos anos, coube ao Sr, José Otávio Filho a assistência técnica. Na minha rua, antiga XV de Novembro, atual Camilo Aschar, a primeira tv foi do Lourenço. Todos nós nos reuníamos em sua casa para assisti-la. Depois, papai comprou uma. Dá-lhe chuvisco. Era um tal de mexer na antena, colocar bombril...T


Fantasmagorias!

Mula sem cabeça
Todas estas fotos são do meu irmão, Edmundo Figueiredo. Fazem parte do álbum  Fantasmagorias. Esta foto se chama  Mãos Fantasmagóricas.

Árvore da Bruxa
Nome: Cruz Sinistra

PASSOS NO ASSOALHO
EDMUNDO FIGUEIREDO

De repente, silêncio!
De repente, estalido!
Será o nego Fulgêncio?
Ou o fujão, desaparecido?

Não se sabe ao certo,
Qual a origem do chiado.
Só sei que o assoalho, decerto,
Não range sem ter sido pisado.

Medo, vertigem, atenção!
Qual será o fim disto?
Não sei que destino terão,
Mas sei que nada foi visto.

E no frigir dos ovos,
Fica o medo, retido!
Afinal viveram tantos povos,
E estão todos aí, escondidos!

Noeli no Face

Segundo Noeli, o filho da Hebe, Marcelo, frequentou o seu restaurante.
Os filhos da Noeli
A Noeli Introcaso tem enchido nossos olhos e aguçado paladares e saudades no Facebook postando comidas típicas mineiros e quitutes. O Jaiminho comentou que ia ficar gordo com tantos bolos e doces. Mas ela informou que eles são só virtuais, que quase não faz quitutes mais. Estas fotos foram umas das que ela postou recentemente. O pão de queijo não podia faltar, não é? A Noeli comentou que esse pão de queijo não era tão gostoso e amarelinho como o da Dona Bizí.


Comentários do Coró, no Face:

 Noeli, mamãe fazia muitas quitandas, mas, engraçado, pão-de-queijo ela fazia muito pouco. Talvez porque lá em casa era muita gente e pão-de-queijo "rende" pouco e fica caro. Então ela fazia roscas - uma delícia - até hoje não comi iguais e muitas outras como disse. Então o pão-de-queijo que eu sei fazer é uma mistura de receitas, mas principalmente de Maria Lúcia Pacheco, que também faz um pão-de-queijo dos deuses. De qualquer forma, é difícil eu não gostar de algum pão-de-queijo. Se estiver quente, adoro todos... rsrsrs...



Noeli reside em São José dos  Campos.

Lá em casa, o dia de fazer pamonha era um acontecimento que envolvia todo mundo. A  Vó Alice fazia os  amarrilhos e se gabava de conseguir comer 12 pamonhas num mesmo dia. Dia de pamonha ela não almoçava e nem jantava, só pamonhas. Era feita na casinha de fora, na fornalha, sob os comandos da minha mãe, Nivalda e da nossa querida segunda mãe, Elisa Januário. Ai, que vontade de comer pamonha!

Noeli e as duas queridas que já partiram.
"FOI MUITO BOM TER ESSAS DUAS POR PERTO, ME DIVERTI MUITO!!!!
A segunda beldade é Silvia Helena, filha de Noeli que, por sinal, se parece muito com a mãe.




Yuri na Dinamarca

Aí o Yuri Melo, filho da Fatinha e do Batata, na Dinamarca, ao lado da turma, formada por pessoas de várias partes do mundo. Será uma grande experiência para meu sobrinho.

Casal Nota 10

Léo Pereira e Naina Krauss Pereira
Jantar romântico
Em Punta Del Este

Em Poços de Caldas.

Edmundo Figueiredo, meu irmão querido, está com um centro cultural montado em seu apartamento, onde expõe artesanato doCarmo e região, em Poços de Caldas. Vou postar suas fotos. Estou procurando saber com ele o endereço e como se faz para visitar.

Casos do Job!


Durante minha estado no Natal em Carmo do Rio Claro mais uma vez visitei o Job Milton, meu querido primo. Desta vez, coletei mais histórias de outros personagens, para completar o livro Risos do Carmo, que fazemos a duas mãos. Nele, Job deixa registradas suas lembranças do inúmeros personagens carmelitanos, espirituosos, engraçados. 


ZÉ QUINCAS - O carmelitano mais aflito

O homem mais aflito que o Carmo já teve. Super aflito. Tinha um caminhão, uma vez não deu conta de esperar o portão abrir e entrou com o caminhão e tudo.

Recebi contribuição da Tetê, em um comentário no blog. Cleise, o Juca sempre conta que aflito demais era também o tio dele, Sr. Alberto Peres.Segundo o Juca, o tio sempre almoçava em pé, perto da porta da cozinha e ia jogando, com o garfo, um pouco de comida na boca e outro pouco jogava para as galinhas, que era pra acabar mais depressa...Pode?

LUIZ AMELINHO (Luiz Amélio Freire) - o carmelitano mais calmo

O homem mais calmo que o Carmo já teve. Dono de um bar na Rua Randolfo Fabrino, demorava demais para atender. Muito boa pessoa, mas o contrário de Zé Quincas


NORZINHO
A saudosa Dona Bernadeth no almoço de 80 anos do Norzinho.
Olha aí a Aurinha magrinha!


Honor Castro era conhecido por Norzinho. Foi casado com Dona Bernadeth Siqueira.Ele inventava casos. O mais engraçado foi o relato da sua cirurgia de coração em São Paulo. Segundo ele, o seu peito estava cortado e o coração estava em cima da mesa. Imagina só se é possível! Veio um gato e ameaçava pegar o coração. Ele era muito engraçado e floreava a história.

Contava de uma mulher do Carmo que morava em São Paulo.Ela havia ficado rica por lá e construído uma vila. Questionava-se se ela procedia bem. Norzinho contava assim a história: Primeiro, ela amigou com o corretor e conseguiu o imóvel. Depois, amigou com o pedreiro e fez a casa. Depois, com o pintor. E,finalmente, com o carpinteiro até concluir a casa. Vê se é possível! Quando construía uma, amigava com outro corretor e começava tudo de novo e assim conseguiu fazer uma vila de casas.

Um alemão era funcionário da Força e Luz do Carmo. Que quando faltava luz, Norzinho dizia que era uma coruja que sentava no fio e isolava do Rosário ao Santo Antônio. Vê se é possível! 

Ele foi funcionário público da Coletoria Estadual. Vendeu o emprego dele. Naquele tempo podia. Ficou à vontade. Passou a vender jóias, colares e anéis e tinha freguesia certa entre as senhoras e moças. Era diabético e abusava muito das bebidas doces. Morreu em casa, de repente, de morte súbita.
Aurinha é minha amiga de infância, filha do Norzinho, e herdou a sua veia cômica. É sempre muito desejada nas rodas da nossa família, garantia de boas risadas. Ela mora em São Paulo e trabalha no Metrô.

A Cavalgada das Bruxas

Estórias do livro As mais Belas Histórias, de Lúcia Casassanta.

As mais belas lembranças!

Quem estudou na década de 60, com certeza se lembra deste livro, As Mais Belas Histórias. Seguindo o curso de recordações, publico a capa. Chego a sentir o cheirinho do livro novo que chegava em  minhas mãos. Lembro-me do Tintin Gorin, da Cabra Cabriola, do coelho Joca, dos poemas de Cecília Meireles. O livro foi escrito por Lúcia Casassanta e reproduzia os Contos de Fada; narrativas bíblicas; história do Brasil; mitologia grega entre outras.

JOÃO FELPUDO

Ficamos conhecendo estórias universais no livro de Lúcia Casassanta As Mais Belas Histórias. Foi no tempo de meus estudos no Grupo Escolar Cel. Manuel Pinto.  O prédio desta escola foi construído pelo Cel. Manuel Pinto, entre 1910 e 1912. O terreno para construção foi doado pela Câmara Municipal, cujo presidente era Dr. Casemiro Sena Madureira. Criado pelo decreto nº 3765, de 2 de dezembro de 1912. C

Ilustração da primeira edição de João Felpudo.
Quando o médico psiquiatra, pensador liberal e intelectual Heinrich Hoffmann (1809-1894) quis providenciar um livro como presente do Natal de 1844 para o filho mais velho Carl, de três anos, teve muitas dificuldades – como contou no texto reproduzido em posfácio desta edição. E quando então resolveu ele mesmo escrever e ilustrar um, nem com toda imaginação previu que Der Struwwelpeter se tornaria um dos maiores best sellers da literatura infantil de todos os tempos.

Publicado por insistência dos amigos no ano seguinte, com uma edição de 1.500 exemplares, Der Struwwelpeter iniciou uma brilhante carreira editorial em seu país natal, a Alemanha: em 1876 estava na 100ª edição, em 1898 na 200ª, para chegar a mais de quinhentas só em alemão; ganhou muitas paródias e adaptações (sobretudo de cunho político); e traduções em cerca de 40 línguas, inclusive para o português brasileiro, com traduções dos séculos XIX (relatada por Hoffmann no mencionado texto de 1871) e XX.

Em 2009 foram comemorados os duzentos anos de Heinrich Hoffmann, o autor.

A estória do João Felpudo
Era uma vez um menino que vivia sozinho. Seu pai trabalhava durante o dia e mãe ele não tinha. Por isso, Joãozinho vivia sozinho e era uma criança triste e desiludida. Ele não tinha ânimo de tomar banho, de cortar e pentear os cabelos, de cortar as unhas. Vivia descalço e sujo pelas ruas. Amigos ele não tinha porque ninguém suportava ficar perto dele por causa de sua sujeira. Ganhou, por isso, o apelido de João Felpudo. 

Um dia, ele saiu à procura de alguém para brincar. Como não encontrou ninguém, ele chamou um gatinho que passava:

- Gatinho venha brincar comigo. Eu estou tão sozinho!

O gatinho respondeu:

- Eu não! Veja meu pelo como está brilhando! Você está sujo e mal cheiroso e vai emporcalhá-lo.

Dizendo isso, o gatinho foi-se embora, deixando ali, triste, o Joãozinho.
Nisto, passou correndo um cachorrinho. Joãozinho se animou e gritou:

- Ô cachorrinho, venha brincar comigo.

O cachorrinho já estava longe, mas ainda falou:

- Eu não! Acabei de tomar banho e você vai sujar meu pelinho!

Joãozinho já estava quase chorando e resolveu procurar um amigo em outros lugares. Passando perto de uma lagoa, viu um lindo patinho amarelo que nadava tão feliz!
Ele criou alma nova e foi logo dizendo:

- Ô patinho estou sem amigos e quero brincar. Você brinca comigo?

- Eu não, respondeu o patinho. Veja minhas penas. Acabei de lavá-las e elas vão se sujar, se eu brincar com você!

Desolado, Joãozinho voltou para casa. No caminho encontrou com alguns porquinhos que cantavam pela estrada. Quando viram João Felpudo, logo correram para o seu lado, chamando-o para brincar:

- Ô João vamos brincar? Vamos rolar na lama?

Joãozinho começou a correr, chorando:

- Com vocês não! Eu não brinco com porquinhos!

- Por quê? Você é nosso amigo. Você é sujo como nós! Venha!

João Felpudo corria o mais que podia e chegou à sua casa. Ele chorava tão alto que a fada madrinha escutou e veio em seu socorro:

- O que foi João? Por que chora?

- Soluçando, João respondeu:

- Ninguém quer brincar comigo. Nem o gatinho, nem o cachorrinho, nem o patinho. Só os porquinhos sujos de lama querem brincar comigo! Com eles eu não quero!

A fada ficou com tanta pena de Joãozinho que se prontificou a ser sua mãe. Deu-lhe banho, cortou-lhe os cabelos e as unhas, vestiu-lhe roupas limpas, calçou-lhe sapatos. E João ficou lindo e cheiroso!
Ele saiu para a rua e, então, apareceram os bichinhos para com ele brincar: o gatinho, o cachorrinho e o patinho. E João sorria de felicidade!